PREPARATÓRIO ICML MLA III
Análises de Óleo - Nível 3

O topo da maturidade em monitoramento por condição. Desenvolva, lidere e audite programas de análise de óleo de classe mundial, dominando técnicas avançadas de ferrografia e métricas financeiras para maximizar o ROI dos seus ativos.

  • Carga horária: 32 horas
  • Nível de experiência: Avançado
  • Formato: Presencial, digital ou in company
  • Apostila: Sim
  • Simulado: Sim
  • Certificado de conclusão: Sim

Gerenciar um volume massivo de relatórios laboratoriais sem uma estratégia integrada gera apenas custos, dados isolados e decisões baseadas em palpites. Para que a análise de fluidos se torne o pilar onde o seu processo vira referência, é preciso olhar o programa sob a ótica da engenharia de ponta e da gestão de ativos. O curso Análise de Óleo III (MLA III) da Confialub é a formação definitiva para quem decide o rumo da manutenção industrial.

Este treinamento de nível master foi desenvolvido para capacitar profissionais a projetarem, implementarem e gerenciarem programas robustos de análise de óleo alinhados à ISO 55000 e ICML 55. Você sairá do nível de leitura de relatórios e entrará no nível de engenharia forense: explorará os conceitos mais profundos de metalurgia e mecanismos complexos de desgaste por ferrografia analítica, além de aprender a calcular limites de alerta estatísticos (taxa de variação e desvio padrão) sob medida para a criticidade da sua planta.

Mais do que a técnica, o Análises de Óleo III foca no negócio. Você dominará as métricas para auditar o programa, otimizar os slates de testes de laboratórios terceirizados e realizar análises de custo-benefício para apresentar propostas comerciais irrecusáveis à diretoria.


Nível de Experiência Necessário:

Avançado: Destinado a engenheiros de confiabilidade, gestores de ativos, chefes de laboratório e líderes de manutenção que já dominam a interpretação de relatórios (nível MLA II) e agora precisam desenhar a estratégia do programa, definir alarmes estatísticos e calcular o retorno financeiro das ações.

  1. Fundamentos de Lubrificação (20%)
    1. Regimes de Lubrificação
      1. Hidrodinâmica
      2. Elastohidrodinâmica
      3. Limites
    2. Óleos Base
      1. Características comuns de óleos minerais
        1. Parafínicos
        2. Naftênicos
      2. Características, vantagens e desvantagens de óleos sintéticos comuns
        1. Hidrocarbonetos sintetizados
        2. Ésteres de fosfato
        3. Ésteres ácidos dibásicos
        4. Ésteres ácidos dibásicos
    3. API e outras classificações de óleos base
    4. Funções básicas de aditivos de lubrificantes
      1. Antioxidantes/inibidores de oxidação
      2. Inibidores de Ferrugem
      3. Inibidores de Corrosão
      4. Agentes anti-emulsificação
      5. Melhoradores do Índice de Viscosidade (VI)
      6. Detergentes
      7. Dispersantes
      8. Depressor do ponto de gota
      9. Inibidores de espuma
      10. Agentes antidesgaste (AW)
      11. Agentes de pressões extremas (EP)
  2. Fundamentos do Desgaste de Máquinas (15%)
    1. Mecanismos Comuns de Desgaste de Máquinas
      1. Desgaste abrasivo
        1. Desgaste abrasivo entre dois corpos
        2. Desgaste abrasivo entre três corpos
      2. Desgaste adesivo
      3. Fadiga de superfície
      4. Desgaste corrosivo
      5. Desgaste por atrito (fretting)
      6. Desgaste erosivo
      7. Desgaste elétrico
      8. Desgaste por cavitação
        1. Cavitação gasosa
        2. Cavitação vaporosa
    2. Modos comuns de desgaste específicos às máquinas
      1. Engrenagens
      2. Mancais simples
      3. Mancais de elementos rolantes
      4. Hidráulicos
  3. Análise de Detritos de Desgaste (21%)
    1. Ferrografia analítica
      1. Técnicas de análise de detritos de desgaste
        1. Efeitos da luz
        2. Efeitos de magnetismo
        3. Tratamento de calor ou térmico
        4. Tratamento químico
        5. Morfologia
        6. Detalhe da superfície
      2. Tipos, origens e causas prováveis de desgaste
        1. Partículas de detritos de usinagem
        2. Partículas esféricas
        3. Partículas grossas
        4. Partículas laminares
        5. Partículas de óxido de ferro vermelho
        6. Partículas de óxido de ferro preto
        7. Partículas de corrosão
        8. Partículas não-ferrosas
        9. Polímeros de fricção
    2. Espectroscopia elementar de emissão atômica
      1. Determinação básica da metalurgia da partícula de desgaste a partir da composição elementar
      2. Como avaliar tendências sequenciais
      3. Como avaliar a tendência de “lock-step”
      4. Limitações de tamanho de partículas de espectrômetros comuns de emissão atômica
      5. Técnicas avançadas
        1. Digestão ácida/microondas
        2. Espectroscopia de filtro Rotrode
      6. Fluorescência de Raio-X- (XRF) e outros métodos de espectroscopia elementar avançadas
  4. Análise da degradação de lubrificantes (25%)
    1. Degradação oxidativa do óleo base
      1. Causas de falha ou degradação oxidativa do óleo base
      2. Como reconhecer lubrificantes e aplicações em risco
      3. Estratégias para se deter ou mitigar a oxidação do óleo base
      4. Como reconhecer os efeitos da oxidação do óleo base
      5. Pontos fortes, limitações e aplicabilidade dos testes usados para se detectar e solucionar a oxidação do óleo base
        1. Número de acidez
        2. Viscosidade
        3. Análise Infravermelho por Transformada de Fourier
        4. Teste de Oxidação de Vaso de Pressão Rotativo
        5. Inspeção sensorial
    2. Degradação térmica do óleo base
      1. Causas de degradação térmica
        1. Degradação de superfície quente
        2. Degradação induzida por compressão adiabática
      2. Pontos fortes, limitações e aplicabilidade dos testes usados para se detectar e solucionar degradação térmica do óleo base
        1. Número de acidez
        2. Viscosidade
        3. Análise Infravermelho por Transformada de Fourier
        4. Teste de estabilidade térmica (ASTM D 2070-91)
        5. Detecção de insolúveis de carbono por centrifugação
        6. Inspeção sensorial
    3. Depleção/degradação dos aditivos
      1. Como avaliar o risco de mecanismos comuns de depleção/degradação dos aditivos
        1. Neutralização
        2. Shear down
        3. Hidrólise
        4. Oxidação
        5. Degradação térmica
        6. Lavagem por água
        7. Lavagem/remoção de partículas particle scrubbing
        8. Adsorção de superfície
        9. Contato por fricção
        10. Sedimentação da condensação
        11. Filtragem
        12. Adsorção de agregados
        13. Evaporação
        14. Centrifugação
      2. Pontos fortes, limitações e aplicabilidade dos métodos para se medir a depleção/degradação dos aditivos
        1. Espectroscopia de emissão atômica
        2. Análise Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR)
        3. Número de acidez
        4. Número base
        5. Índice de viscosidade (VI)
        6. Teste de Oxidação de Vaso de Pressão Rotativo
        7. Teste do mata-borrão (mancha de óleo)
    4. Como detectar a adição de um lubrificante errado
      1. Viscosidade
      2. Número de neutralização (AN/BN)
      3. Espectroscopia elementar
      4. Análise Infravermelho por Transformada de Fourier
      5. Outros testes
  5. Desenvolvimento e Gerenciamento de Programas de Análise de Óleo (19%)
    1. Seleção de tipos de testes específicos ao equipamento
    2. Otimização da frequência das análises
    3. Estabelecimento de alarmes e limites
      1. Estabelecimento de limites de contaminação baseados em metas
      2. Limites de níveis obtidos estatisticamente
        1. Revisão dos dados
        2. Cálculo das médias
        3. Cálculo dos desvios-padrões
        4. Estabelecimento de limites superiores e inferiores usando desvios padrões e medianos
        5. Como mudanças na operação ou manutenção do sistema influenciam nas inferências estatísticas
      3. Limites para a frequência de trocas
        1. Cálculo da frequência de trocas
        2. Alarmes baseados em declives (“Slope-based”)
        3. Limites da frequência de trocas obtidos estatisticamente
      4. Estabelecimento dos limites de envelhecimento para as propriedades do fluido
        1. Propriedades físicas
        2. Propriedades químicas
        3. Propriedades aditivas
    4. Gerenciamento das informações das análises de óleo
    5. Criar e gerenciar os procedimentos de análise de óleo
    6. Elaborar escopos para treinamento em análise de óleo para técnicos de confiabilidade, operários especializados e para a gerência
    7. Como fazer a análise de custo/benefícios dos programas de análise de óleo e controle de contaminação
      1. Como calcular o custo dos programas
      2. Como estimar os benefícios dos programas
      3. Padrões de medidas para o cálculo do retorno do investimento
      4. Como elaborar uma proposta de negócios eficaz
    8. Garantia de Qualidade
      1. Análises internas de óleo (no local)
      2. Fornecedores externos de análises de óleo


Este treinamento ainda não tem depoimentos.

Este treinamento foi totalmente estruturado e atualizado para atender ao rigoroso corpo de conhecimento exigido pelo ICML para a certificação MLA III (Machine Lubricant Analyst - Nível 3), focado em gerenciamento de programas e diagnósticos avançados.

Sim. No nível III, você sairá da análise elementar básica e entrará no universo do diagnóstico avançado e da engenharia forense de falhas. O curso aborda o entendimento profundo de mecanismos como fadiga, abrasão, corrosão e cavitação, além de capacitar você a interpretar ensaios avançados, como a ferrografia analítica, para isolar com precisão cirúrgica a causa raiz do desgaste antes que ocorra uma quebra catastrófica.

Você aprenderá a desenhar uma estratégia baseada na condição real do fluido, rastreando com precisão o esgotamento dos aditivos e os limites de envelhecimento térmico e oxidativo. Isso elimina tanto as trocas prematuras por tempo fixo (desperdício) quanto as trocas tardias que geram quebras.

Sim. Um dos focos principais do nível III é conectar os dados de saúde do lubrificante com a estratégia macro de confiabilidade da empresa, cruzando informações com a análise de vibrações, termografia e ultrassom para criar um diagnóstico preditivo blindado.

As aulas são conduzidas pelo corpo técnico sênior da Confialub — engenheiros e consultores com quase duas décadas de bagagem prática de campo, que auditam e desenham programas de lubrificação para as maiores indústrias do Brasil desde 2006.
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Treinamento

Análises de Óleo
— Nível III

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